Alternativa Nordeste


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Carlos Magno
http://www.carlosmagno.com.br
Carlos Magno, 37 anos, é Jornalista, pós-graduado em Marketing pela Universidade Estadual da Paraíba. Tem 18 anos de experiência no Jornalismo. Atuou na Rádio Sociedade AM (hoje Cariri AM), Rádio Borborema AM (hoje Clube AM), TV Borborema (emissoras dos Diários Associados), Rádio Campina Grande FM, TV Correio e Jornal Correio da Paraíba. É Coordenador de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande e um dos apresentadores do programa Jornal de Verdade (o mais antigo jornal radiofônico de Campina Grande), na Rádio Cidade AM.


  • 16/08/2010 às 07:40

    Justiça bloqueia bens de suspeitos no Caso dos Fantasmas de Efraim

     

    A 6ª Vara federal de Brasília determinou o bloqueio dos bens de seis pessoas de uma mesma família que teriam recebido recursos decorrentes da contratação de “funcionários fantasmas” no gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (12) pela Advocacia-Geral da União (AGU), que solicitou o bloqueio. A decisão foi tomada no dia 29 de julho.

    O caso começou com a denúncia das irmãs Kelly e Kelriany Nascimento. Elas disseram ser “funcionárias fantasmas” no gabinete do senador sem saber. As irmãs dizem só ter descoberto que estavam contratadas quando uma delas foi abrir uma conta em um banco. Na agência, elas foram informadas de que já tinham conta bancária e “recebiam” um salário de R$ 3,8 mil mensais.

    As duas, no entanto, dizem nunca ter trabalhado no Senado. A contratação aconteceu por meio de duas funcionárias do gabinete do senador, Mônica e Kátia Bicalho. Kelly e Kelriany dizem ter sido enganados pela duas, que fizeram com que elas assinassem todos os papéis da contratação como se fossem formulários para uma bolsa de R$ 100 que seria paga pela Universidade de Brasília (UnB).

    Em depoimento à Polícia do Senado, Kátia e Mônica Bicalho afirmaram que ficavam com os salários das irmãs por causa de uma suposta dívida que as duas teriam com elas.

    A investigação mostrou que o dinheiro depositado nas contas das irmãs Nascimento foi parar nas mãos de seis pessoas da família Bicalho, incluindo as irmãs Kátia e Mônica. Entre março de 2009 e maio de 2010 teriam passado pelas contas cerca de R$ 88 mil. Foi este valor que foi bloqueado pela decisão da justiça.

    No dia 28 de junho, a Polícia do Senado encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o caso da contratação de “funcionários fantasmas” no gabinete do senador. O encaminhamento aconteceu porque na investigação surgiram suspeitas do envolvimento de Efraim Morais nas contratações ilegais. No relatório enviado ao STF, a polícia pediu mais prazo para concluir as investigações e não havia feito nenhum indiciamento das pessoas envolvidas no caso. Efraim nega envolvimento com contratações irregulares
     

  • 09/08/2010 às 08:11

    João Fernandes diz que a compra de votos ocorre em todos os partidos: inclusive o meu, afirma

      

     

     

      

     

     

     

    \"\"O fenômeno das grandes votações tem mostrado um outro lado da moeda: a distância entre os campeões de votos e os azarões da disputa. As explicações para o sucesso nas urnas, no entanto, segundo alguns  dirigentes, inclusive de grandes partidos, vai bem além do carisma do postulante e de estruturas de campanha bem montadas. "Todos eles promovem a compra de voto", disparou o secretário-geral do PSDB, João Fernandes, sem excluir nem os colegas de partido.

    O comentário, em tom de desabafo, foi feito pelo ex-deputado estadual e atual candidato a deputado federal ao analisar as reais possibilidades de eleição dos candidatos que não dispõem de recursos para realizar a campanha eleitoral. Segundo João Fernandes, a compra de votos é, sim, uma das armas eleitorais utilizadas pela maioria do candidatos detentores de grandes votações nas eleições para cargos proporcionais.

    De acordo com o ex-deputado, tanto as legendas quanto as autoridades estariam cientes do que acontece a cadaeleição, mesmo assim, fazem "vista grossa" para as irregularidades. "É uma realidade do Brasil e também da Paraíba, mas ninguém faz nada para combater. Nenhum partido está isento, incluindo o meu", garante. Mesmo quando lembrado sobre sua condição dentro do PSDB, João Fernandes mostrou que não se sente intimidado pela posição. "Digo que falta fiscalização porque todos sabem que quem compra voto é quem tem recurso", alfineta.

    João Fernandes diz que as legendas sabem das irregularidades, mas "fazem vista grossa" para o crime eleitoral Foto: Reprodução Para o procurador Regional Eleitoral, Werton Magalhães, essas declarações são graves, mas ainda não chegaram ao conhecimento do Ministério Público Eleitoral (MPE). De acordo com o procurador, pelo menos por enquanto, o órgão não recebeu nenhuma denúncia formal sobre compra de votos nas eleições deste ano. Mesmo assim, Magalhães lembrou que o órgão atua no combate ao crime eleitoral por meio de campanhas, como a que está sendo conduzida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Além disso, o MPE fiscaliza a atuação dos candidatos neste período. "Estamos abertos para receber qualquer denúnciaeleitoral, incluindo a compra de votos", lembra o procurador.

    Ainda sobre os andamentos dessa campanha eleitoral, João Fernandes se mostrou bastante decepcionado com os últimos acontecimentos. O motivo é que ele chegou a ser incluído pelo próprio Ministério Público Eleitoral na lista de gestores que tiveram contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Durante o julgamento pela Corte, foi aceita a defesa de que o candidato havia sido confundido com um homônimo e o postulante teve a candidatura deferida. Agora, Fernandes diz que falta empolgação para explicar a confusão aos eleitores. Ele também ainda não decidiu se abrirá processo contra o MPE.

    Outro problema apontado pelo ex-deputado refere-se a disputa que ele considera desigual nos gastos de campanha e que contribuiriam para a vitória de alguns candidatos. "É muito difícil fazer campanha desse jeito", lamenta. Perguntado se há um sentimento de desgosto com o partido, Fernandes afirmou que "não há mais companheirismo" entre os aliados na disputa. Com informações de Onorte.

  • 02/08/2010 às 09:25

    Após números da Consult e do Ibope, o que cada grupo deve fazer nesta campanha, a partir de agora?

     

    As duas últimas pesquisas de opinião sobre a corrida ao Palácio da Redenção forma encarados, na mídia, como deveriam: comemoração por parte do grupo liderado pelo governador e candidato à reeleição José Maranhão (PMDB) e tentativa de descrédito, por parte do candidato a governador Ricardo Coutinho (PSB). Tudo absolutamente normal, claro.

    É evidente que o grupo do governador comemora. É evidente, também, que o grupo de Ricardo tinha que dizer mesmo aquelas coisas todas: que tem pesquisas com números diferentes, que a realidade das ruas é outra, coisa e tal, coisa e tal. Mas, na prática, o que cada grupo deve fazer, a partir de agora?

    No caso do grupo liderado pelo governador Maranhão, após a natural comemoração, deve haver prudência. A campanha não está ganha, porque isso só ocorre no dia da eleição. Então, nada de acomodação.

    Essa acomodação poderia até ocorrer, num passado não tão distante. Porém, como já disse aqui em outras oportunidades, o José Maranhão desta campanha difere em muitos aspectos do José Maranhão de outras campanhas. E uma das mudanças é justamente essa: a de não se acomodar com cenários. O início da campanha, quando Maranhão tinha contra si um cenário adverso, é prova desta não acomodação.

    Do lado de Ricardo Coutinho, críticas aos institutos à parte, deve haver o chamado ‘freio de arrumação\'. As dificuldades impostas pela incerteza da candidatura de Cássio ao Senado - que, aliás, é quem tem dado motivação à coligação - e as sucessivas denúncias contra Efraim na mídia nacional são dois grandes obstáculos a qualquer estratégia que se pense.

    Se em condições normais já é complicado imaginar uma diferença beirando, aí, os 16%, imagine nas atuais. Desespero agora? Nem pensar. Se na máxima do Marketing dizemos que ‘quando falta dinheiro tem que sobrar criatividade\', adaptando-a ao quadro político atual da Paraíba podemos dizer que quando faltar pontos percentuais deve sobrar criatividade também.

    O início do guia eleitoral no rádio e na TV pode ser uma boa oportunidade para se tentar uma cartada. E pode indicar também se há ou não perspectivas alvissareiras para Ricardo e seu grupo. Isso será ponto para uma nova análise...

  • 19/07/2010 às 12:41

    Campanha religiosa: Maranhão e Ricardo participam de tudo o que é programação cristã e citam Deus em discursos e jingles

     

    \"\"O Blog não quer, nem de longe, dizer se Ricardo Coutinho é ou não ateu. Se isso é verdade ou produto de boato e coisas do tipo. Até porque ele próprio, em entrevista, já disse que isso foi inventado pelos seus opositores. Tanto que iniciou sua campanha participando de uma missa e, na última sexta-feira (16), participou de um Culto Evangélico na Igreja Assembléia de Deus, em João Pessoa, em homenagem ao aniversário do Pastor José Carlos de Lima.


     

    Mas José Maranhão – quem sabe, até, orientado pelos marqueteiros de sua campanha – resolveu reforçar a tese cristã em sua campanha e começou citando Deus em tudo. A arrancada, mesmo, foi numa missa em Araruna, sua terra natal – o que, aliás, é tradicional em suas campanhas políticas.


     

    Foi onde o fotógrafo Mano de Carvalho clicou essa maravilha da fotografia profissional: o governador sendo abençoado pelo pároco local, vendo-se, ao fundo, a igreja tomada de gente reforçando as palavras do padre.


     

    Depois, participou, também, do culto em homenagem ao Pastor José Carlos de Lima e levou, consigo, os candidatos ao Senado Vitalzinho e Wilson Santiago, diferente de Ricardo Coutinho, que foi com assessores.


     

    \"\"E quem participou da Caminhada da manhã deste sábado (17) no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, pôde ouvir uma música que, apesar de ser da campanha passada, foi exaustivamente executada nos carros de som e mini trios que acompanhavam os participantes. A música começa assim: “Com as bênçãos de Deus..”.


     

    Enquanto isso, Ricardo Coutinho procura, da mesma forma, mostrar-se como cristão. Ele mesmo tem falado de Deus nos discursos e entrevistas, para pôr um fim às especulações de que seria ateu. E, claro, não recusa um só convite para uma programação religiosa – o mesmo ocorrendo com José Maranhão.


     

    Do jeito que vai, teremos, até a eleição, uma campanha com uma presença religiosa recorde, o que não deixa de ser positivo, claro. Que Deus possa abençoar esta campanha, portanto...


     

  • 13/07/2010 às 10:11

    Afago de Maranhão: já passei dos 30, mas gosto de me acercar de jovens brilhantes, inteligentes e competentes como Veneziano

    O governador José Maranhão (PMDB) resolveu dar um ‘afago\' no prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PMDB), recentemente, em uma de suas passagens por Campina. Conforme o Blog registrou, Maranhão, em discurso, durante solenidade no bairro do Catolé, elogiou a jovialidade e a inteligência de Veneziano, ao brincar com a sua própria idade.
     

    “Sei que já passei dos trinta (anos), mas gosto de me acercar de jovens brilhantes, inteligentes e competentes como você, Veneziano”.


     

    Após arrancar aplausos dos presentes, José Maranhão completou: “Quando falo em Vené, faço referência, também, a este cidadão que tem experiência de vida pública, com o vigor de quem é jovem como Veneziano, que é o deputado Vital do Rego Filho”.


     

    Estavam presentes à solenidade, além de Maranhão, Veneziano e Vitalzinho, o deputado federal Wilson Santiago, a Secretária de Interiorização das Ações do Governo do Estado, Ana Cláudia Nóbrega, a voluntária social Nilda Gondim, dentre outras autoridades.


     

  • 04/07/2010 às 09:46

    Conheça as restrições à propaganda oficial

     

    Os governos federal, estaduais e municipais estão proibidos pela legislação eleitoral, a partir deste sábado (3), de veicular qualquer tipo de propaganda que possa ser caracterizada como publicidade favorável às administrações. A regra se aplica ao uso de símbolos, veiculação de publicidade e logomarcas em veículos de comunicação, placas, materiais impressos e sites oficiais.

    A proibição vai até o dia 3 de outubro, data do primeiro turno das eleições, ou 31 de outubro, se houver segundo turno. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as exceções são para os casos em que a publicidade oficial representa serviço público indispensável, como anúncios em casos de catástrofe ou de saúde pública.

    Para se prevenir contra representações na Justiça, o governo federal iniciou uma série de reuniões de orientação com técnicos de ministérios e órgãos da administração pública um mês antes da vigência da lei.
    As reuniões obedecem a uma instrução normativa expedida pelo ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) em março passado. O documento relaciona os tipos e circunstâncias em que a publicidade oficial é vetada pela lei.

    O texto determina ainda a suspensão, durante o período eleitoral, de “toda e qualquer forma de aplicação da marca ‘Brasil, um país de todos\'”. Em outro trecho, o documento estabelece que as placas de projetos de obras “devem ser alteradas para exposição durante o período eleitoral”.

    Em um dos tópicos, o texto explica que placas de obras ou de projetos de obras correspondem a "painéis, outdoors, adesivos, tapumes e quaisquer outras formas de sinalização que cumpram função de identificar ou divulgar obras e projetos de que participe a União, direta ou indiretamente” como exemplos vedados pela legislação eleitoral.

    Segundo a assessoria de comunicação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), um dos órgãos federais com maior número de placas com a marca oficial do governo, a fiscalização do cumprimento da lei é feita pelos próprios técnicos do órgão, durante vistoria de obras.

    Apenas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Dnit tem 1.579 contratos para obras e projetos em 57 mil quilômetros de rodovias pavimentadas em todos os estados do país e no Distrito Federal. Nem todos os contratos, porém, são referentes a obras –alguns são de projetos ou consultoria.

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou ao G1 alguns casos recentes de consultas feitas sobre publicidade. Uma campanha de doação de medula patrocinada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) foi aprovada pelo tribunal. Já a publicidade sobre ações do Projeto Rondon foram vetadas.

    Denúncias

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebe denúncias sobre casos de propaganda oficial irregular. O trâmite desses processos é semelhante ao de representações por propaganda eleitoral antecipada ou irregular de candidatos.
    Segundo a assessoria jurídica do tribunal, as denúncias recebidas são distribuídas a relatores, que podem notificar o órgão que eventualmente viole a legislação. O órgão apresenta defesa e o caso vai a julgamento. Em caso de condenação, a legislação prevê multas que variam de 5 Unidades Fiscais de Referência (R$ 5,30) a 100 mil (R$ 106 mil).

    O TSE só cuida dos casos de propaganda irregular da União. Os casos envolvendo estados e municípios são julgados pelos tribunais regionais eleitorais.

    Outras restrições

    A legislação eleitoral veda ainda outras práticas durante os três meses que antecedem o primeiro turno da eleição, como a transferência voluntária de recursos da União para estados e municípios. A exceção é para os casos de situações de emergência e calamidade pública.

    Também estão suspensas a partir deste sábado a nomeação, contratação, remoção, transferência, exoneração ou demissão de servidor sem justa causa. A regra vale até a posse dos eleitos. Segundo o TSE, porém, está liberada a realização de concursos públicos e nomeação de aprovados em concursos homologados até este sábado.
    Nomeações e exonerações de pessoal em cargo comissionado ou para funções no Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência também são permitidos.

  • 21/06/2010 às 17:10

    Veneziano diz que Campina Grande terá seu representante na chapa majoritária: e esse representante será Vitalzinho

     

    \"\"O prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PMDB) disse ao Blog na manhã desta segunda-feira (21) que a cidade terá o seu representante na chapa majoritária encabeçada pelo governador e pré-candidato à reeleição, José Maranhão (PMDB). Segundo Veneziano, esse representante não será outro, se não o deputado federal e pré-candidato a Senador Vital do Rego Filho (PMDB-PB).

    De acordo com Veneziano, há uma disposição de Vital Filho de estar na majoritária do PMDB na condição de Senador, mas que isso não significará uma imposição da cidade. “Campina Grande terá seu representante na majoritária e esse representante será Vitalzinho, seja como senador ou vice. Neste sentido, não haverá imposição de nossa parte”, disse o prefeito campinense ao Blog.

    Segundo Veneziano, o trabalho que Vital Filho vem desempenhando em Brasília, na condição de deputado federal, trabalhando por Campina Grande e pelos municípios onde foi votado, o credencia para ser companheiro de Maranhão na majoritária. “O trabalho que ele fez, a exposição extraordinária e positiva que ele tem, honrando os votos que recebeu, o credenciam para o posto”.

    Veneziano afirmou ainda ao Blog que Vital Filho pode muito bem se apresentar à Paraíba “sem o receio de que possa ser cobrado por ações que deixou de fazer”. O prefeito campinense lembrou que isso o referencia para disputar o cargo de Senador nas eleições deste ano. “O trabalho dele fez com que ele pudesse ser lembrado e referendado para o Senado”.

    Ele destacou que as pesquisas de opinião pública realizadas hoje na Paraíba mostram que uma postulação de Vital do Rego Filho ao Senado, hoje, é extremamente viável. “O deputado Vital do Rego Filho hoje, em pesquisas, já ultrapassa o senador Efrain Moraes, que era o segundo colocado, mostrando a sua viabilidade”.

  • 14/06/2010 às 17:53

    Maranhão diz que Dilma Roussef é uma grande amiga da Paraíba

     

    \"\"“A ministra Dilma Rousseff, no governo Lula, já se revelou uma grande amiga da Paraíba”. Foi o que afirmou o governador José Maranhão, ao chegar ao Unique Palace para participar, neste domingo (13), da convenção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), em Brasília. Maranhão chegou ao evento acompanhado do presidente do PT da Paraíba, deputado estadual Rodrigo Soares, em uma demonstração de unidade político-partidária.

    Destacou que a aliança PT-PMDB faz bem ao Brasil e a Paraíba. “A eleição de Dilma, para nós, é a certeza de que o mesmo modelo de desenvolvimento empregado pelo presidente Lula vai continuar vigorando no País”, avaliou o governador. Na chegada à convenção, Maranhão se encontrou com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Trocaram cumprimentos e conversas ao “pé do ouvido”.

    Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Maranhão mostrou a força política de quem busca o quarto mandato, nas eleições deste ano. Foi lembrado com saudações nos discursos do presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, que o chamou de “companheiro”, do presidente Lula e, por último, recebeu uma saudação por parte da ex-ministra Dilma Rousseff. Fez parte de um seleto grupo de cinco, seis governadores lembrados.

    A ex-ministra, que teve o nome referendado em chapa única neste domingo para disputar a presidência da República tendo como vice-presidente, o peemedebista Michel Temer, voltou a destacar o papel dos governadores. Mas, reconhecimento maior aos governadores veio do presidente Lula. “Todos os governadores me ajudaram muito”, declarou Lula.

    O presidente pediu tranquilidade e maturidade a Dilma e a Michel Temer durante o processo eleitoral. “O bicho vai pegar, mas tenho certeza da vitória”. Apesar disso, Lula alertou aos convencionais e à militância que evitem o “salto alto” e o “já ganhou”. Disse que dia 1º de janeiro de 2011, quando passar a faixa para a ex-ministra descerá a rampa do Palácio do Planalto de cabeça erguida. Ao encerrar o discurso, foi aplaudido de pé pelos presentes.

    Última a falar com um discurso que durou quase 50 minutos, Dilma Rousseff prometeu dar continuidade às ações do governo Lula, mas que o fará com a “alma e coração de mulher”. E complementou: “O que queremos é seguir mudando para melhor, com mais crescimento e inclusão social”.

    Ao final da convenção, o governador José Maranhão se dirigiu ao espaço reservado às autoridades. O presidente Lula fez questão de cumprimentar os convidados e deu um abraço caloroso em Maranhão, que minutos antes conversava com o ex-ministro José Dirceu. Maranhão também foi convidado para uma conversa reservada com Dilma Rousseff, onde poucos tiveram acesso. O governador conversou ainda com o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, que reiterou o apoio à pré-candidatura do peemedebista na Paraíba.

    O ministro Alexandre Padilha reforçou que Maranhão “é um grande parceiro do presidente Lula”. E mais: “Nós ficamos felizes em saber que na Paraíba, um Estado que ama o presidente Lula, um parceiro que as políticas públicas do governo federal são implementadas de forma corretas. O governador já melhorou muito a situação da Paraíba”.

    O petista mostrou que apoia a pré-candidatura à reeleição do governador ao afirmar que Maranhão merece mais quatro anos para manter essa parceria, agora, com a ex-ministra Dilma Rousseff. “A Paraíba não pode perder o bom momento que o Nordeste vive. A Paraíba não pode estacionar. O governador Maranhão já deu uma pequena amostra do que pode fazer”, defendeu o ministro Alexandre Padilha.

  • 07/06/2010 às 10:05

    Prudência Eleitoral

     

    \"\"A reunião ocorreu no apartamento do prefeito Veneziano Vital do Rego (PMDB), momentos antes do início da solenidade de abertura do Maior São João do Mundo 2010: juntos, Veneziano, os deputados e pré-candidatos a Senador Vital Filho e Wilson Santiago e o governador José Maranhão, todos do PMDB, decidiram que os três pré-candidatos não falariam na abertura do São João. E mais: nem subiriam ao palco.


     

    A estratégia, considerada pelo grupo como prudente, foi decidida em respeito à Legislação eleitoral. Como pré-candidatos, Vitalzinho, Santiago e Maranhão preferiram não criar problema.


     

    A solenidade começou por volta da meia noite, com um discurso do prefeito Veneziano enaltecendo o Maior São João do Mundo. Depois, o cantor Jairo Madruga cantou o tradicional ‘Olha pro Céu Meu Amor\', música que acompanha a queima de fogos que, este ano, o0ccorreu de dentro do Açude Velho, o principal cartão postal da cidade.


     

    Enquanto os fogos pipocavam, Madruga convidou Veneziano para cantar a seu lado, no que foi atendido. O prefeito cantou algumas estrofes, arrancando aplausos do público que superlotou o Parque do Povo.


     

    Após o show pirotécnico, Veneziano pediu a palavra novamente ao cantor e falou sobre a ausência dos demais políticos do palco principal. Ele apontou para o camarote da Prefeitura, onde acenavam para o público Vital Filho, Wilson Santiago e José Maranhão e disse que eles preferiram não ir ao palco em respeito à Justiça Eleitoral.


     

    O São João de Campina Grande foi iniciado na noite de ontem e prossegue até o dia 4 de julho. E, se o Brasil se classificar para a final da Copa do Mundo da África, deverá ser esticado em mais uma semana, prosseguindo até o dia 11 de julho, conforme afirmou ontem, na solenidade, o prefeito Veneziano.

  • 31/05/2010 às 09:27

    Manoel Júnior cita Lei das Inelegibilidades

     

    \"\"O deputado federal Manoel Júnior (PMDB) afirmou neste final de semana em Campina Grande que o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) “é quem mais sabe que não pode ser candidato nas eleições deste ano”.

    Segundo o Blog apurou, o parlamentar disse que Cássio não está com a verdade, quando afirma que seu processo de cassação já chegou ao fim e que já cumpriu o que devia. “O processo está em grau de recurso no Supremo Tribunal Federal. A afirmativa de que ele já cumpriu com tudo o que devia não é verdadeira”, disse.

    O Blog constatou ainda que Manoel Júnior recorreu à Lei n.º 64/90, a conhecida ‘Lei das Inelegibilidades\', para afirmar, taxativamente, que Cássio não pode se candidatar ao Senado este ano.

    “A Lei das Inelegibilidades diz, claramente, em seu artigo primeiro, que o período de inelegibilidade de quem é cassado começa no final do seu mandato exercito e, até onde eu saiba, Cássio exerceu o seu mandato até o dia 17 de fevereiro de 2009. Foi nesta data que ele deixou o governo, por força da justiça. Então, a partir desta data ele ficou inelegível”, disse o deputado.


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